Teoria sugere o papel futuro de suho como o ser absoluto no desfecho da saga ragnarok
Uma análise focada nos conceitos de poder e sucessão na narrativa aponta para Suho assumindo o posto vago de poder supremo.
Uma linha de raciocínio intrigante sobre o futuro da trama de Ragnarok especula sobre o destino de Suho e sua possível ascensão à posição de Ser Absoluto. Essa função, que detém um poder supremo, encontra-se vagante desde a morte do detentor original, criando um vácuo de poder que precisa ser preenchido no fim da série.
A base para esta especulação reside em uma menção crucial feita logo no primeiro capítulo da saga: a existência de um poder sem dono, que pertence àquele que o reivindica primeiro. Este conceito estabelece a natureza da autoridade máxima no universo da história.
O Vácuo de Autoridade e a Ascensão de Jinwoo
Embora o protagonista Jinwoo, com seu crescente exército de sombras, pareça destinado a transcender limites cósmicos, superando até mesmo as divindades exteriores conforme sugerido em materiais complementares, há um nicho específico que pode ser reservado para o personagem secundário. Enquanto Jinwoo lida com a força bruta e o domínio sobre exércitos sombriais, a função de Ser Absoluto representa uma autoridade metafísica distinta.
A ausência de um novo Ser Absoluto após o falecimento do anterior deixa este cargo aberto. A teoria sugere que, enquanto outras posições importantes são preenchidas, o posto de autoridade máxima permanece disponível, tornando-o um alvo lógico para Suho no clímax da narrativa.
A Conexão com a Linhagem de Destruição
A recente atualização das missões, notadamente a convocação do herdeiro da destruição, adiciona uma camada de complexidade a este cenário. Na novel original, Suho herdou o Coração do Dragão, associando-o à linhagem de grandes poderes. Contudo, a nova introdução da missão de recrutamento para o herdeiro da destruição sugere que o posto de Monarca Dragão pode estar destinado a outro indivíduo.
Este desvio na narrativa, onde o Monarca Dragão é ocupado, libera o caminho para Suho. Sem o título de Monarca Dragão garantido, o espaço especial deixado para ele se converge diretamente para a posse do poder do Ser Absoluto. Esta interpretação reorganiza as expectativas sobre quem assumirá quais papéis de poder finais.
A atratividade desta ideia reside na forma como ela equilibra os caminhos dos personagens principais e secundários, garantindo que ambos atinjam picos de poder significativos e distintos, cada um de acordo com sua jornada prévia dentro do enredo. É uma proposta envolvente para o desenrolar dos mistérios cósmicos estabelecidos no início da obra.