Teoria sugere conexão mitológica profunda entre loki, hajruddin e os ciclos solares em elbaf
Uma análise aprofundada traça paralelos entre a mitologia nórdica, especificamente o ciclo de Fenrir, e personagens de One Piece, sugerindo o destino de Loki em Elbaf.
Uma fascinante linha de raciocínio especulativa explora a mitologia nórdica como chave para desvendar o futuro de personagens dentro do universo de One Piece, focando particularmente no arco de Elbaf. Essa análise estabelece uma correlação direta entre a linhagem de Loki e as profecias associadas ao Ragnarok, ligando-as a figuras proeminentes da saga.
A representação de Fenrir e seus filhos
O ponto central dessa interpretação reside na figura de Fenrir, o lobo gigante da mitologia nórdica. Argumenta-se que Fenrir pode ser simbolizado pelo personagem Rei Harold. Fenrir era pai de dois filhos proeminentes: Skoll e Hati. Skoll, um dos lobos, tem a função de perseguir Sol, o deus do Sol, enquanto Hati persegue Mani, o deus da Lua.
A dinâmica entre esses perseguidores e suas presas é interpretada como um prenúncio de eventos cósmicos. Sempre que Skoll e Hati se aproximam de Sol e Mani, respectivamente, eclipses ocorrem. O Ragnarok, o crepúsculo dos deuses, é entendido como o clímax desses eventos, onde a perseguição resulta no eclipse final das divindades solares e lunares.
Loki e Hajruddin como Skoll e Hati
A teoria propõe que essa dualidade se manifesta em Elbaf através dos personagens Loki e Hajruddin. Loki é associado a Skoll, cujo nome significa 'Mockery' (Zombaria), um traço que se encaixa na natureza do personagem. Por sua vez, Hajruddin seria Hati, que significa 'Hater' (Odiador).
Em um detalhe que reforça essa conexão, a mãe de Hati é descrita como uma giganta que cuida do clã de Fenrir, espelhando o papel de uma figura matriarcal, semelhante a Lda no contexto da narrativa de Elbaf.
Essa interpretação sugere que a participação de Hajruddin pode ser significativamente maior na segunda metade da saga de Elbaf do que o inicialmente percebido. Além disso, essa complexa teia mitológica levanta a possibilidade de que essas seriam as duas frutas do diabo que o lendário pirata Rocks D. Xebec buscava de forma obsessiva.
A exploração de mitologias antigas, como a nórdica, é recorrente na construção de mundo de Eiichiro Oda, e o mapeamento detalhado desses paralelos oferece uma nova perspectiva sobre o desenvolvimento narrativo dos gigantes e o papel futuro de Loki na grande guerra que se aproxima.