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Teoria sugere que as frutas do diabo são ecos transformados do reino antigo

Uma nova perspectiva interpreta o confronto com Imu e a natureza avançada do Reino Antigo, ligando a origem das Frutas do Diabo)

Fã de One Piece
28/02/2026 às 18:50
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Uma linha de raciocínio interpretativa sobre eventos recentes no mangá One Piece sugere uma reconexão direta entre a queda do lendário Reino Antigo e a própria existência das Frutas do Diabo. A análise foca na maneira como o enigmático Imu se refere a adversários poderosos, indicando que o medo reside nos artefatos místicos e em suas fontes originais, e não necessariamente nos usuários atuais.

O reconhecimento de Imu e a natureza das habilidades

O ponto central desta especulação reside na aparente reação de Imu ao mencionar o nome “Nidhogg”, que parece reconhecer a entidade por trás do poder, similar ao tratamento dado a Monkey D. Luffy como “Joy Boy”, ignorando seu nome pessoal. Isso implica que Imu não teme indivíduos como Luffy ou Loki, mas sim o poder inerente que eles portam. Se compararmos isso ao que foi revelado sobre o Reino Antigo ser tecnologicamente e socialmente superior ao mundo atual, surge a hipótese de que as habilidades conhecidas hoje como poderes de Frutas do Diabo eram, na verdade, manifestações naturais e originais daquele povo.

A teoria propõe que os cidadãos do Reino Antigo não possuíam poderes concedidos; eles eram as habilidades. Animais reais, elementos brutos e seres humanos com capacidades extraordinárias formavam a base daquela sociedade avançada. As Frutas do Diabo que circulam no mundo moderno seriam, portanto, apenas vestígios, fragmentos dispersos ou “ecos” desses seres originais, selados em frutos após um cataclismo.

A queda: transformação forçada ou último ato de resistência?

Se esta interpretação estiver correta, o fim do Reino Antigo não foi apenas uma derrota militar, mas uma metamorfose existencial. O aniquilamento do reino pode ter ocorrido através da transformação de seus habitantes nessas frutas, um método de exílio ou anulação das formas de vida originais. A história da Marinha e do Governo Mundial, que supostamente busca erradicar o conhecimento sobre essas frutas, ganha um novo contorno à luz dessa potencial origem.

Alternativamente, a transformação pode ter sido um ato de escolha. Diante da ruína iminente, os sábios do Reino Antigo poderiam ter se sacrificado intencionalmente, imbuindo suas vontades e o conhecimento de suas capacidades naturais nas frutas. Este seria um plano de preservação final, garantindo que a essência de sua civilização pudesse retornar ao mundo um dia, culminando no reencontro com o One Piece e o despertar completo de seus poderes dormentes.

Esta visão oferece um novo prisma de entendimento sobre a natureza do poder, sugerindo que a busca por “o Rio Void” e o desejo de Imu em manter a ordem dependem da contenção dessas memórias naturais transformadas em frutas. O mistério do Século Perdido está intrinsecamente ligado à origem e ao destino dessas habilidades lendárias, moldando o cenário geopolítico do mundo de One Piece.

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Tags:

#Imu #Joy Boy #Frutas do Diabo #Vegapunk #Reino Antigo

Fã de One Piece

Entusiasta dedicado da franquia One Piece com foco em análise de conteúdo e apreciação de comédia e desenvolvimento de personagens. Experiência em fóruns especializados e discussões temáticas sobre o mangá/anime.

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