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Análise crítica aponta polêmica sobre o poder do haki do rei avançado em one piece

A evolução do Haki do Rei, especialmente sua forma avançada, está gerando questionamentos sobre o equilíbrio de poder e a relevância de outros personagens na narrativa de One Piece.

Fã de One Piece
15/02/2026 às 16:21
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A escalada de poder no universo de One Piece sempre foi um ponto central, mas a introdução e o desenvolvimento recente do Haki do Rei Avançado trouxeram à tona discussões acaloradas sobre o equilíbrio narrativo da obra. Este aprimoramento do Haki, que permite ataques imbuídos com a força da ambição, é visto por alguns observadores como uma adição que desequilibra significativamente o patamar de força entre os combatentes.

O ponto de partida da crítica reside na própria natureza original do Haki do Rei. Originalmente, este poder era definido por um fator de nascença, aquele que possui a mais forte das vontades. A questão sobre como determinar a ambição de um indivíduo ainda durante a gestação, como implícito em alguns casos, já gerava certa estranheza conceitual. No entanto, sua utilidade, limitada majoritariamente à derrubada de capangas ou à demonstração de presença, permitia que fosse um elemento de distinção sem quebrar drasticamente a estrutura de confronto dos protagonistas.

A transformação em power up decisivo

O foco da controvérsia intensificou-se quando o mangaká Eiichiro Oda elevou o Haki do Rei Avançado a um patamar de habilidade ofensiva de alto impacto. Ao ser transformado em um meio essencial para infligir dano a oponentes de nível superior, o poder deixa de ser um mero adorno de status e se torna uma ferramenta quase obrigatória para os confrontos mais importantes.

Um dos argumentos centrais levantados é a correlação direta entre esta nova maestria do Haki e a capacidade de enfrentar os vilões mais recentes e poderosos introduzidos na trama, como os Cavaleiros Sagrados ou os membros do Gorosei. Se a única forma de ferir esses adversários imortais ou quase invencíveis passa pela aplicação deste Haki específico, uma grande parcela do elenco principal é automaticamente excluída da equação de combate decisivo.

O dilema da relevância da tripulação

A análise aponta que, dentro do bando do protagonista, apenas um número restrito de membros parece ter acesso ou potencial para dominar essa técnica. Enquanto Monkey D. Luffy e Roronoa Zoro demonstraram proficiência, o restante da tripulação, apesar de ser composto por lutadores extremamente habilidosos em suas respectivas áreas, corre o risco iminente de se tornar irrelevante em cenários de poder máximo. Isso cria uma dependência excessiva de poucos indivíduos em momentos cruciais da saga final, um fator que pode comprometer a dinâmica de equipe que sempre foi uma marca registrada da série.

A crítica sugere que, ao criar uma barreira de poder que depende de uma aptidão inata elevada a um novo nível técnico, a obra corre o risco de marginalizar vastos desenvolvimentos de habilidades alcançados por outros personagens. O poder que antes diferenciava os “reis” agora parece ser o pré-requisito absoluto para qualquer avanço significativo contra as ameaças finais no mundo de One Piece.

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Tags:

#One Piece #Luffy #Power-up #Crítica Manga #Haki do Rei Avançado

Fã de One Piece

Entusiasta dedicado da franquia One Piece com foco em análise de conteúdo e apreciação de comédia e desenvolvimento de personagens. Experiência em fóruns especializados e discussões temáticas sobre o mangá/anime.

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