Análise das diferenças de poder entre garou: Webcomic versus mangá de one-punch man
A versão do webcomic de Garou, frequentemente chamada de Cosmic Garou, sugere um nível de poder radicalmente superior ao visto no mangá, levantando questões sobre adaptações futuras.
A trajetória do personagem Garou na franquia One-Punch Man sempre foi marcada por uma ascensão meteórica, culminando em transformações que desafiam os limites estabelecidos de força no universo criado por ONE e ilustrado por Yusuke Murata. Recentemente, a disparidade entre as versões do webcomic (original) e do mangá chamou a atenção dos fãs, especialmente no que tange ao ápice de poder do herói caçador de heróis.
A escala de poder do Cosmic Garou no webcomic
A representação de Garou na narrativa original do webcomic alcança um patamar que muitos consideram quase inatingível pelos padrões atuais da história. Este estágio, muitas vezes referido como Cosmic Garou, implica uma capacidade de cópia e adaptação tão extrema que potencializa seu poder destrutivo a níveis de catástrofes cósmicas.
O ponto central desta discussão reside na percepção de que, em sua forma mais evoluída no material base, Garou teria se tornado um adversário verdadeiramente intimidador para o protagonista, Saitama. A análise aponta que, diferentemente das batalhas anteriores onde a diferença de poder já era evidente, a versão do webcomic sugere um confronto onde Saitama precisaria empregar toda a sua força, o que é um feito raríssimo dentro da narrativa.
Impacto de ataques e habilidades
Os relatos sobre esta versão indicam que seus golpes são comparáveis a eventos nucleares em escala de destruição. Mais assustador ainda é o seu poder de imitação: a capacidade de replicar qualquer técnica ou habilidade que observe ou enfrente. Isso o torna, em teoria, o oponente mais versátil e imprevisível que Saitama já encontrou.
Essa diferença fundamental no nível de ameaça inspira ceticismo sobre a viabilidade de uma adaptação fiel de tais eventos para a animação. A escala de poder apresentada no webcomic exige efeitos visuais e uma quebra de lógica narrativa que podem ser extremamente desafiadores de se transpor para uma série televisiva, como as futuras temporadas, mantendo a consistência estabelecida por ONE.
Enquanto o mangá, sob a arte de Yusuke Murata, tem progredido lentamente cobrindo os eventos do webcomic, ele tem feito ajustes e reestruturações na progressão de poder e no design dos personagens. A divergência entre as duas mídias continua a ser um ponto de fascínio, pois mostra como a base conceitual da obra evolui ao passar dos esboços originais para a versão finalizada em quadrinhos.