Análise comparativa revela a evolução de poder de sung il-hwan entre as obras literárias
Investigação aprofundada aponta que a versão de Sung Il-Hwan no romance Ragnarok superou o poder visto na história original.
A trajetória de Sung Il-Hwan, personagem notável em narrativas de fantasia, tem gerado minuciosa análise em relação aos diferentes estágios de seu poder, especialmente ao comparar sua presença no romance original e em sua aparição na obra Ragnarok. Um ponto central de divergência reside na extensão de sua força após receber transformações específicas em cada universo narrativo.
Argumentos sugerem que a versão apresentada em Ragnarok demonstra um nível de poder superior ao seu estado anterior. Uma das justificativas utilizadas na análise de sua progressão é que, no enredo original, Sung Il-Hwan recebeu a missão de eliminar a receptáculo do Monarca das Sombras, mas ainda não havia atingido a plenitude de poder necessária para receber a autoridade total do verdadeiro Monarca das Sombras, estando muito aquém de 100% da capacidade de qualquer monarca.
A complexidade dos Apóstolos e seus limites
A classificação de Sung Il-Hwan como um apóstolo frequentemente leva a equívocos sobre sua força em relação aos monarcas, já que normalmente apóstolos possuem poderes inferiores. Embora relatos indiquem que alguns apóstolos foram superados por personagens como Thomas e Lio Zhigang (que estava em recuperação de poder), a estrutura interna da hierarquia dos apóstolos deve ser considerada. Eles são classificados em subníveis: baixo, médio e alto, apresentando variações significativas de poder mesmo dentro da mesma patente.
Durante o arco narrativo ambientado na Coreia do Norte, os próprios apóstolos admitiram ser meros fragmentos de seu poder máximo. A real magnitude de um apóstolo de nível superior pode ser ilustrada pelo fato de que, em um capítulo da obra original, ao encontrar Sung Il-Hwan, um personagem sentiu o tamanho de seu receptáculo e estimou que, se pudesse possuí-lo e preenchê-lo completamente, alcançaria um poder próximo ao de sua forma base. A forma original de um apóstolo, como o apóstolo do paraíso, já se mostrava ligeiramente superior ao Sung Il-Hwan daquele momento.
Transformações em Ragnarok e o acúmulo de energia
A versão de Sung Il-Hwan no romance Ragnarok começa sem o poder divino imanente, mas seu corpo retém modificações estruturais feitas pelos Governantes, mantendo o tamanho de receptáculo alcançado na narrativa original. Posteriormente, ele é capturado pelo Culto dos Deuses Exteriores, onde seu corpo é aprimorado visando criar um recipiente ideal para os apóstolos e um portal para o mundo dos Itarim. Neste processo, ele recebe 23 fragmentos estelares implantados, que funcionam como pequenas fissuras para o universo Itarim, vazando energia constantemente.
Inicialmente, sua força não atingia metade de seu potencial anterior. Contudo, com o fluxo gradual de energia e ao absorver energias ao derrotar Itarim, uma transformação significativa ocorre. Por volta do capítulo 352, o texto indica que seu receptáculo não apenas se encheu, mas começou a estagnar e inchar devido ao excesso de energia dos fragmentos estelares, levando-o ao limiar da morte. Neste ponto, sua capacidade já havia suplantado a do Sung Il-Hwan original.
O catalisador final para a superioridade surge quando Suho lhe oferece a Água da Vida, restaurando e purificando seu corpo com uma nova forma de energia. Segundo relatos do capítulo 353, essa energia recém-adquirida era totalmente distinta e muito mais vasta, despertando no próprio Sung Il-Hwan uma ânsia por testar e treinar esse poder renovado, sentindo uma magnitude inédita, percebida até mesmo no simples ato de fechar e abrir a mão. Essa evolução substancial coloca a versão de Ragnarok em um patamar indiscutivelmente mais elevado em termos de poder bruto e potencial.